sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Matemática no Ensino Médio Regular.


Matemática o Calo Maior nas Escolas Públicas.




Leia no link :
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/07/matematica-agrava-abismo-entre-escolas-publicas-e-privadas-no-enem.shtml

Na educação estadual regular do RJ

a anos tenho dito que a grande maioria dos alunos recebidos no ensino médio não aprenderam os fundamentos da Matemática necessários para a continuidade da aprendizagem da Matemática do ensino médio, e como ferramenta nos estudos de Física e Química, e pior são analfabetos funcionais.O ingresso no ensino médio regular da rede estadual deveria assim como na rede Faetec ter seleção de Matemática e Português.

Em Out/2010 criei a Petição pública do link abaixo logo após sair o Ideb de 2009 , onde a educação pública estadual no ranqueamento Nacional ficou em penúltimo lugar entre os estados brasileiros, a frente somente do paupérrimo Piauí.
Link : http://www.peticaopublica.com.br/?pi=EDUC2011
O fato é que infelizmente na Educação o binômio Ensino / Aprendizagem é mascarado nas redes municipais e estaduais, pois as escolas estipulam verbalmente índices máximo de reprovações, normalmente não pode exceder a 20% nas turmas, independente de terem feito por merecer ou não a aprovação. Ou seja Aprovar a qualquer custo.



O Lema Deveria Ser :




Com certeza se não houvesse a politicagem para melhorar a qualquer custo os indicadores como o IDEB, como houve na rede estadual do RJ, onde de penúltimo lugar em 2009 passou para o 4º lugar em 2011, o resultado real seria diferente. Esse Falso Milagre se deu na gestão Cabral com Wilson Risolia na secretaria estadual de educação.





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Brasil Tem Docência DESvalorizada

Pesquisa mostra que 49% dos professores não recomendam a profissão.

Baixos salários e falta de reconhecimento faz docentes desestimularem jovens a seguir a carreira.
( por 







Quase 30% dos professores precisam de renda extra para pagar as contas.

A professora de Biologia Andrea Piratininga faz artesanatos no período em que não está em sala de aula
A professora de Biologia Andrea Piratininga faz artesanatos no período em que não está em sala de aula Foto: Roberto Moreyra

Letycia Cardoso
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No Brasil, a profissão mais numerosa do país, que ocupa 2,2 milhões de pessoas, tem a maioria de seus profissionais insatisfeitos. Apenas três em cada dez estão felizes com todos os quesitos de seu ofício. De acordo com a pesquisa Profissão Docente — levantamento feito na Educação Básica pelo Todos pela Educação, em parceria com Itaú Social e Ibope Inteligência, entre os março e maio deste ano — 29% dos professores exercem uma segunda atividade para complementar a renda.
Esse é o caso da professora de Educação Física da rede estadual de ensino, Márcia Rodrigues, de 50 anos. Além de trabalhar em duas escolas de Cabo Frio (RJ), para conseguir manter as contas em dia, ela atua como personal trainer em academias e ainda aplica provas de concursos públicos.
— Às vezes, não dá nem para almoçar, porque o intervalo é muito curto para me deslocar de uma escola para a outra. E os extras que faço aplicando provas sempre são nos fins de semana. Para ter uma vida com um pouco de conforto, é preciso trabalhar duro — desabafou.
Assim como os 78% entrevistados na pesquisa, que responderam que escolheram a profissão por afinidade, a professora de Biologia Andrea Piratininga, de 47 anos, percebeu ainda na faculdade que gostava de dar aulas. Entretanto, dos 20 anos como docente, 18 também foram de dedicação ao artesanato para complementar a renda. Faço desde bijuterias a bolsas e até reforma de móveis. Isso garante 30% da minha receita — contou.
Já a professora de Português Clarice Goldemberg, de 63 anos, há 22 concilia a rotina de lecionar com correções de texto para outros profissionais (com advogados), a fim de ter verba para seu lazer. A docente faz parte dos 48% que se sentem desvalorizados. Para ela, a falta de infraestrutura é um grande problema hoje em dia:
— Fora o salário, a sala de aula não é preparada para o professor: o ar-condicionado pinga, espumas fazem a vez de apagadores.
A pesquisa ainda revelou que 62% dos docentes querem aumento salarial, 64% esperam a restauração da autoridade e do respeito frente à comunidade escolar, e 69% desejam formação continuada para exercer o ofício de forma eficaz. Tamanha insatisfação se reflete em outro dado que influencia as próximas gerações: 49% não recomendam a profissão para os mais jovens.
A remuneração média no país, segundo os professores pesquisados, é de R$ 4.451,56, atualmente. Mas um em cada três professores têm contrato com carga horária de menos de 20 horas semanais, o que pode ter impacto na renda e também no cumprimento do 1/3 da carga horária prevista na Lei do Piso do Magistério para as atividades extra-classe.







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Em 20/11/19 postei no facebook:

Docência DESvalorizada. Triste Brasil.
Esse país NUNCA se desenvolverá enquanto a Docência e a Educação Não Forem Valorizadas.





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Anteriormente Postamos : 
> Exonerações de Servidores no estado do RJ.
http://observacoeseducacionais.blogspot.com/2018/01/exoneracoes-pedidos-dos-servidores.html
> Docentes da Seeduc Sem Motivação.
http://observacoeseducacionais.blogspot.com/2018/02/docentes-da-seeduc-sem-motivacao-p-o.html
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Sobre a Docência na rede estadual no Rio de Janeiro, em :

http://observacoeseducacionais.blogspot.com/2017/04/docencia-na-rede-estadual-do-rj.html

http://observacoeseducacionais.blogspot.com/2018/02/docentes-da-seeduc-sem-motivacao-p-o.html






domingo, 5 de agosto de 2018

BNCC = RETROCESSO Educacional.

URGE o debate nas escolas contra BNCC e a reforma do Ensino Médio, que sucatearão mais ainda a educação pública. A ideia é extremamente anti-pedagógica!
Temos um processo autoritário em curso que procura impor uma Reforma do Ensino Médio e uma Base Nacional Comum Curricular que está a serviço do grande Capital Privado Educacional que objetiva na pratica ceifa o futuro de milhões de jovens brasileiros, pois propõe uma oferta de Ensino Médio minimalista e esvaziada de criticidade e possibilidades de acesso ao ensino superior. 





O documento propõe ainda que o governo garanta o cumprimento das 20 metas do PNE 2014-2024. A moção foi votada e aprovada por unanimidade na Assembleia Geral de Sócios da SBPC, realizada na última quinta-feira, 26 de julho, durante a 70ª Reunião Anual da SBPC em Maceió

A SBPC encaminhou nesta quarta-feira, 1º de agosto, ao presidente da República, Michel Temer, ao ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, ao presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira, ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia e ao presidente do Conselho Nacional de Educação, Eduardo Deschamps, a moção que pede a revogação da Lei de Reforma do Ensino Médio, a revisão da BNCC do Ensino Médio e a garantia do cumprimento das metas do PNE.

O documento foi votado e aprovado por unanimidade na Assembleia Geral Ordinária de Sócios da SBPC, que aconteceu no dia 26 de julho, durante a 70ª Reunião Anual da SBPC, na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), em Maceió. Leia abaixo o documento na íntegra:
Moção sobre a Lei de Reforma do Ensino Médio, a BNCC do Ensino Médio e o cumprimento das metas do PNE 
A Assembleia Geral dos Sócios da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), considerando que a Reforma de Ensino Médio e a BNCC a ela articulada têm características excludentes e que podem levar a um aprofundamento das desigualdades sociais, ao contrário do exposto em propagandas oficiais; que a Educação Pública Brasileira necessita de significativos aportes financeiros advindos do setor público; que o Plano Nacional de Educação (PNE -2014-2024), ainda que tenha excluído pontos importantes para o progresso da educação no país, como as questões étnico-raciais e de gênero, constitui um importante aporte à Educação Pública Brasileira. Ele equaciona os principais problemas enfrentados pelo sistema público brasileiro de educação básica e propõe soluções por meio de metas ligadas à universalização do atendimento em todos os níveis, à educação em tempo integral, à valorização, carreira e formação dos professores e ao financiamento público da Educação, entre outros; que o PNE 2014-2024 tem tido suas metas sistematicamente descumpridas pelo governo, propõe:
– A revogação da Lei no 13.415, da Reforma do Ensino Médio, e um debate amplo e necessário sobre a reestruturação do Ensino Médio, com a participação de todos os setores envolvidos;
– A devolução da BNCC do Ensino Médio ao MEC para uma reavaliação de sua estrutura e conteúdo, que deve ser feita com a participação dos setores envolvidos, aí incluídas as entidades científicas;
– O posicionamento claro do governo em relação ao PNE 2014-2024, no sentido de garantir o atendimento de suas 20 metas e buscando a incorporação das questões étnico-raciais e de gênero.
                       - Maceió, 26 de julho de 2018. -
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O fato é que como professores não podemos permitir que se aplique uma política educacional excludente e neoliberal. Imposto pelo governo GOLPISTA de Temer e por setores da iniciativa privada como "Todos pela educação" que reúne grupos como: Fundação Marinho, Fundação Civita, Instituto Ayrton Senna, Fundação Lemann e outros grupos privados que lucram com as verbas da educação. O objetivo do BNCC é formar mão de obra para o mercado no lugar da formação do cidadão crítico.
Infelizmente a Secretária de educação do Estado do Rio de Janeiro formou uma comissão encabeçada pelo secretário de educação Wagner Victer, que como todos sabemos não entende nada de educação pública, excluindo a representação sindical o Sepe, o movimento estudantil e as representações do magistério. O que a SEEDUC pretende é impor o BNCC a professores, alunos e a comunidade escolar.
Nesse dia cada professor tem que defender a não aplicação do BNCC nas escolas da rede estadual do Estado do Rio de Janeiro. E que esse parecer CONTRÁRIO ao BNCC professores seja registrado em ata.
                 #TdosContraBNCCdoDESgovernoGolpistaTemerEaliados 

O problema da BNCC do MEC Golpista é de concepção, não adianta remendar. 
São mais de 500 páginas e eles dedicam meio dia (02/08/18) para discutir nas escolas. Isto é fazer de conta que é democrático, para fingir que teve a participação dos professores e das professoras. Não é desta forma, (um dia D) que exigimos a nossa participação. Exigimos participar desde a concepção da proposta e isto nos foi negado.
A CNTE vai transformar o dia D do MEC em dia da Denúncia contra mais está forma de privatizar e limitar o acesso ao ensino médio.
Vamos divulgar uma carta aos Profissionais da Educação para contribuir na luta pela revogação da Lei A Lei 13.415, que cria um verdadeiro apartheid socio-educacional, instituindo, de um lado, escola para ricos e classe média alta e, de outro, escolas para pobres e classe média baixa. É uma lei que institucionaliza a desigualdade e, portanto, a  BNCC objetiva cumprir o papel de atender a esses princípios privatizantes e de exclusão social.
Sigamos firmes na luta pela rejeição desta BNCC Golpista!
Heleno Araújo
Presidente da CNTE"
#FORAbncc!
#FORAtemer!
BNCC significa demissão em massa de professores e educação para a desigualdade (por Helenir Aguiar Schürer).
No último dia 23/07/18, em pleno recesso escolar, o Ministério da Educação lançou uma convocatória para o “Dia D” da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio (BNCC). O plano, entre o absurdo e o impraticável, é realizar uma consulta sobre o documento em 28 mil escolas do Brasil no dia 2 de agosto; uma semana depois do anúncio.
A iniciativa não representa uma súbita crise de consciência pela falta de diálogo. Trata-se de uma tentativa desesperada de implementar a BNCC sem alterações estruturais, apostando numa tosca fachada de debate público. A pretensão de discutir as mais de 150 páginas do documento num único dia, com meio milhão de professores, atesta o que já sabíamos. O governo não quer conversar com educadores(as) sobre educação pública.
O motivo é simples: quanto mais desinformada estiver a comunidade escolar sobre as transformações explícitas e implícitas na reforma, melhor para os patrocinadores da BNCC. O Movimento pela Base, que coordenou a redação aprovada às pressas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 2017, aguarda ansioso pelas oportunidades de negócio que devem surgir sobre os escombros da escola pública brasileira.
O grupo, composto por instituições privadas de ensino, fundações educacionais, gigantes do ramo dos livros didáticos, movimentos conservadores e think tanks internacionais, articula-se desde 2013 para abocanhar parte significativa da educação pública. É um mercado e tanto, responsável por 86% das matrículas de Ensino Médio no país. O ataque privatista tem múltiplas frentes e encaixa-se perfeitamente ao projeto de Estado mínimo que assola o Brasil e o Rio Grande do Sul.
Demissões em massa
Se a BNCC for implementada, nossa próxima luta não será por salário ou reposição da inflação. Será por emprego. A obrigatoriedade de apenas duas disciplinas implicará em uma redução drástica no número de docentes de outras áreas. Mesmo professores(as) de português e matemática serão afetados, já que 40% da carga de 1.800 horas pode ser ofertada à distância. Quantos de nós sobrarão?
Já a Educação para Jovens e Adultos (EJA) poderá se dar 100% à distância. Quantas escolas têm laboratórios de informática atualizados? Quantos alunos de escola pública têm acesso fácil a internet de qualidade?
Com o sucateamento imposto pelo deserto de investimentos, poucas instituições poderão ofertar mais do que um dos cinco “percursos formativos”, ou “currículos flexíveis”, responsáveis pelas 1.200 horas que complementariam a certificação do Ensino Médio. Quem puder pagar vai engordar seu histórico escolar com cursos profissionalizantes e mais aulas em EAD, entre outras modalidades afeitas à terceirização e privatização.
Que chances terão os alunos da rede pública de acessar o Ensino Superior enquanto estudantes da rede privada desfrutam do menu completo?
A BNCC promove um verdadeiro apartheid socioeducacional, projetado para transformar jovens em massa de trabalho acrítica e apática. Mão de obra barata para a estratégia neoliberal de superação da crise do capital. Há, aqui, uma sinergia com o projeto Escola sem Partido, que censura educadores(as), engessa conteúdos pedagógicos e inibe reflexões críticas sobre a condição social da imensa maioria dos brasileiros.
Essa discussão não pode ficar entre quatro paredes e tampouco ser reduzida a um dia de debates inócuos e orientados por quem ataca a escola pública. É preciso ampliar o conhecimento sobre as reais consequências e intenções da BNCC e da Reforma do Ensino Médio para o conjunto da sociedade.
Precisamos envolver toda a comunidade escolar, incluindo pais e alunos(as), na defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade, com gestão democrática e comprometida com a formação integral do cidadão. Não há remendo que possa consertar uma proposta viciada em suas origens. O futuro da escola pública depende da revogação imediata da BNCC e da Reforma do Ensino Médio.
(*) Helenir Aguiar Schürer é professora do Estado há mais de 30 anos e atual presidente do CPERS Sindicato.
Fonte: https://www.sul21.com.br/opiniaopublica/2018/07/bncc-significa-demissao-em-massa-de-professores-e-educacao-para-a-desigualdade-por-helenir-aguiar-schuerer/#.W1sz5YUR3NE.facebook
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Elisa Brito postou nas redes sociais:
Meu texto sobre a BNCC:
Por que sou contrária a BNCC?( E por que acho que você, que não é professor, deve saber o que está acontecendo?)
Há algum tempo o movimento de mercantilização da educação ( transformar educação em um negócio lucrativo)vem se estabelecendo no Brasil.
Desde o Telecurso 2000(que até hoje é vendido para os governos de todo o país, em projetos de correção de idade/série, que não passam de uma farsa), até o estabelecimento de grupos educacionais que " engolem" instituições menores (como a Kroton e a Estácio Participações), a educação tornou-se a menina dos olhos do mercado brasileiro.
Esse movimento atende a expectativa do Banco Mundial e OCDE( sim, a OCDE tem uma política para a educação, por isso, criou um sistema de avaliação dos países, o Pisa, cuja proposta é educar para o mercado, é claro).
É evidente que esta mudança não seria aceita pelos professores, então tem início um movimento que visa culpabilizar o professor pelo fracasso da educação e outro movimento ideológico de despolitização da educação (Escola sem Partido).
Além disso, os professores são alijados de todas as discussões relevantes para a educação ( Reforma do Ensino Médio e BNCC) e sua carreira vem sendo desvalorizada.
Com a estratégia consolidada, os últimos anos tem sido de grandes golpes.
A Reforma do Ensino Médio teve como base o modelo americano Common-core, em que o aluno tem apenas Matemática e Português como matérias-base, podendo preencher o currículo com outras disciplinas, matérias que hoje fazem parte do currículo ou técnicas.
Mas é evidente que o modelo brasileiro é muito mais medíocre e nocivo, na Reforma do EM, o governo estabeleceu que 40% da educação será a distância e no EJA 100%, que será possível contratar o ensino técnico privado para fornecer esta formação para os alunos do ensino público ( sucateia o público para pagar o privado), além da redução da carga horária do Ensino Médio pela metade.
A BNCC está sendo discutida este ano, mais uma vez a educação para o mundo do trabalho vem substituindo a educação crítica. A superficialidade dos conteúdos é assustadora, mas compreensível no contexto da Reforma do Ensino Médio, a lógica por trás das competências é formar um aluno capaz de ter resiliência e visão "empreendedora", sem entender o mundo que o cerca ( no melhor estilo " não reclame da crise, trabalhe!").
Por outro lado, o governo reduz as bolsas de pesquisa e os investimentos em universidades e escolas técnicas, ou seja, é para formar profissionais medíocres mesmo.
Estão por trás destes projetos, várias instituições ( que inclusive tem "seus políticos"). Além do Big Boss da educação mundial, a OCDE, aqui no Brasil várias instituições se uniram em um momento pró- BNCC, chamado Movimento pela Base Comum Curricular, ou Movimento Pela Base, são eles: Instituto Ayrton Senna, Instituto Natura, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Instituto Unibanco, Fundação Itaú Social, Fundação Roberto Marinho, Fundação SM e Itaú BBA, Kroton, Estácio Participações, entre outras. A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) é a ramificação do movimento nos governos, há também a participação de parlamentares, como Alex Canziani e Thiago Peixoto (PSD-TO).
Em nosso país ha pouquíssimo investimento em educação, nós educadores somos os profissionais com ensino superior com pior remuneração em todo o país. Salários atrasados, professores processados e perseguidos, até mesmo nossos planos de carreira estão ameaçados, no nosso estado por exemplo, são cinco anos sem quinquênio.
Tudo isso tem contribuído para uma redução significativa na qualidade da educação, o que faz esse projeto soar como " plano de salvação" para a educação.
Na verdade, estaremos formando "aparafusadores profissionais", gente pronta para receber qualquer merreca ( já que também temos Reforma Trabalhista) e se resignar.
Mas não farão isso com a nossa anuência ou omissão. Nós educadores somos radicalmente contrários a BNCC, queremos que este projeto seja refeito, com a nossa participação e que a ( contra) Reforma do Ensino Médio e as alterações na LDB sejam revogadas.
Precisamos ampliar esse debate, alunos e responsáveis devem saber o que está vindo por aí.


BNCC e os Riscos p/ Educação

https://m.youtube.com/watch?v=nKvngaMZdKk


YOUTUBE.COM
Prof. Luiz Carlos de Freitas, da Faculdade de Educação da Unicamp, expõe os riscos da Base…

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Mais em : O Privado de Olho na Educação Pública.

OBSERVACOESEDUCACIONAIS.BLOGSPOT.COM




https://observacoeseducacionais.blogspot.com/2015/10/o-privado-de-olho-na-educacao-publica.html

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"A Reforma do Ensino Médio e a armadilha da EAD."

IMPORTANTE :
"A Reforma do Ensino Médio e a armadilha da EAD - Ensino A Distância."

https://www.youtube.com/watch?v=qKWWlyil9IE&t=85s

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PROFESSORES X BNCC.



ESQUERDADIARIO.COM.BR
Boicote de professores e cartas de repúdio ao dia D e à BNCC no Estado de São Paulo. Acompanhe fotos e notícias, e mande as da sua escola para o Esquerda Diário


Fonte :
http://www.esquerdadiario.com.br/Professores-boicotam-o-dia-D-e-divulgam-posicoes-contra-a-BNCC



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Em 31/03/17
RETROCESSO Educacional em Andamento Devido a Reforma do Ensino Médio do DESgoverno Temer.
Jacqueline Guerreiro postou no grupo Professores do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC_RJ) : Mais retrocesso no MEC ( informe do prof. Paulo Eduardo de Mello)
Colegas, "em 23/03 foi publicado no DOU extrato de contrato entre o MEC e a Fundação Vanzolini.
Trata-se de Contrato de prestação de serviços pelo qual a Fundação Carlos Alberto Vanzolini assume os processos necessários à consolidação, disponibilização, divulgação e discussão da terceira versão da BNCC (conforme publicação no DOU de 23/3/17: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp…).
Essa fundação é a mesma que implantou a reforma curricular em SP, denominada de São Paulo Faz Escola. A reforma implantou o sistema apostilado de ensino atrelado ao currículo paulista.
Há importante literatura acadêmica que desconstrói esse processo, demonstrando como subtrai autonomia docente, como reduz a qualidade do conteúdo, como atrofia o ensino, e como se transforma em instrumento de controle do docente, inclusive para bonificação salarial. Em SP houve articulação currículo+exames padronizados+ indicador (IDESP). O desempenho dos alunos nestes exames passou ser usado como critério para pagamento de bônus salarial aos docentes.
Acredito que a falta de transparência do MEC sobre a atual fase de construção da 3ª versão da BNCC, é preocupante. Não sabemos os detalhes deste contrato e qual será a atuação dela na BNCC.
Pessoalmente, já falei isso várias vezes, e até escrevi sobre o tema:https://www.academia.edu/…/Base_Nacional_Comum_Direitos_e_O….
Obviamente, não sou profeta, apenas sabemos apoiados em várias análises que isso já aconteceu em nível estadual, e agora pode vir a ocorrer em nível nacional.
Detalhe: o MEC destina 18 milhões de reais para esse contrato....
É importante divulgar a notícia. Em breve teremos uma nota da ANPUH, demonstrando nossa insatisfação sobre a não transparência do processo de construção da BNCC, nessa fase, e nossa inquietação sobre a possibilidade de vínculos com a produção de materiais estruturados de ensino."
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Mais Sobre a tal reforma no ensino médio em :
http://observacoeseducacionais.blogspot.com.br/…/mp-do-ensi…


OBSERVACOESEDUCACIONAIS.BLOGSPOT.COM
Para o Procurador Geral da República Rodrigo Janot, a proposta para reformar o ensino médio não apresenta os requisitos de relevância e ur...



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